quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Aniversário do Sidney, Pingão e encerramento. Dezembro de 2011.

Associação Desportiva Vila das Palmeiras
1964-2011
Coluna dos Velhinhos – Edital ADVP-013/2011

ANIVERSÁRIO DO SIDNEY E PINGÃO, E ENCERRAMENTO

Dezembro de 2011
Finalmente chegamos ao final da nossa jornada no ano de 2011. Dezembro encerra a contagem do último mês do calendário Gregoriano. Também se encerra (é o que pensamos) as atividades sociais da turma da “Arca de Noé”. Haja fôlego e reserva de datas para se comemorar aniversários, homenagens e demais eventos, conventos e sacramentos. O “Alçapão” do Curão ferveu mais que caldeira de locomotiva “Maria Fumaça” subindo a serra. A maioria dos freqüentadores do referido “Alçapão”, já viu e também viajou nos vagões puxados pelas locomotivas nos trilhos da Estrada de Ferro Cantareira (Ramal tronco da E. F. Sorocabana). Isso remonta da década de sessenta, quando éramos ainda meninos. Alguns já eram mais crescidinhos. Putz! Faz tempo hein!
A Companhia de Estrada de Ferro Sorocabana foi criada em 2 de fevereiro de 1870 por empresários sorocabanos liderados pelo comerciante de algodão Luís Mateus Maylasky, cidadão austro-húngaro, com um capital inicial de 1 200 contos de réis, posteriormente elevado para 4 mil contos. Maylasky obteve da então província de São Paulo uma garantia de juros de 7% ao ano sobre o capital que fosse investido na ferrovia.
Bem, parado o trem, a turminha do esporte saltou na estação “Terça-Feira”, 27 de dezembro para o tal futebolzinho. Regado a suor, risadas e... Ah! E outras coisas que sempre completa o tal bate bola. Sem respeitar o intervalo de tempo de 48 horas entre um encontro e outro, os famigerados velhinhos da Associação Desportiva Vila das Palmeiras, voltaram ao tal “Alçapão” (isso não é novidade). Desta vez desceram na estação “Quarta-Feira” onde se comemorou o aniversário do Pingão e do Sidney. O som musical ficou sob a cordialidade de; João Miguel, Nunes, Feijão, Mangote, Dodinho, Damásio e o coral de vozes dos velhinhos. O entusiasmo tomou conta de alguns de tal forma, ao ponto do Mauricio abraçar um violão e fazer até pose para foto juntamente com seu talvez futuro parceiro na dupla. Até parecia o Juca Chaves. O Pingão esboçou alguns sons no tamborim (ainda bem que só foram alguns esboços), o Sidney insistiu na timba e o Magrão no ganzá “eletrônico.” Será que existe?
Chegamos imaginar o nascimento de uma nova dupla com Pingão e Maurício. Sugeriram o nome de “Pingo D’Água e Cachoeira”. Será que não poderia emplacar no mundo artístico? Deixa isso pra lá.
ARCA DE NOÉ e o VILA DAS PALMEIRAS
Quando se fala em “Arca”, lembramos de Noé, água, montanha, bichos, dilúvio, etc. Investigando os nossos vetustos do Vila das Palmeiras, conseguimos alguns dados surpreendentes. Confira na seqüência alguns dados.
Comenta-se à boca pequena que, o departamento de gastronomia da arca de Noé era responsabilidade do Zé Ramos. A primeira paeja feita para a família do Noé foi o Tio Moacir que elaborou. O Curão era o dono do “Pub” dentro da arca. Quem emplacou a barcaça foi o Maidana. O Magrão fez a primeira escritura do loteamento do Monte Ararat que o Ceará vendeu. O processo de reintegração de posse da tal montanha esteve a cargo do Gerson e quem defendeu o réu foi o Zé Arno. O Sidney fez o seguro de vida do Noé e da arca. A foto da arca lá no cume da montanha, foi feita pelo Cilinho. O primeiro portão de ferro do galinheiro de Noé foi o Jaime quem soldou. As primeiras cestas básicas para a viajem da arca foi o Batú quem forneceu. O sistema de som e vídeo da arca foi o Manézinho quem instalou, bem como o conserto da primeira TV com defeito no flyback. A parte de telefonia o Perninha estava no comando. Toda madeira da arca foi fornecida pelo Toninho das madeiras e o engenheiro chefe do projeto foi o Adalberto. Quando começou a chover na arca, quem recebeu na cabeça o primeiro pingo de água foi o Álvaro. Daí o apelido de “Pingão”. O Paulo Porto foi o cara que teve a primeira frota de peruas (Kombi), para o transporte da galera do Noé. O Didi e o Mané Bezerra foram os precursores na venda de concreto para a construção do primeiro porto marítimo no mar da Galiléia. O Paulinho montou a primeira escola pós-dilúvio. Quem arrematou os destroços da arca foi o Mesquita. Quem cuidou da dentição da turma da arca foi o Saraiva. O Boca foi quem fez a primeira corrida de táxi para Noé e era empresário do primeiro centro avante do futebol na Galileia, o Rui. Quem supria de peixes a arca era o Mazola e o primeiro roçado de milho quem plantou foi o Rubão. Quem combatia o fogo era o Gilson, mas com tanta água que caía do céu, só curtiu a viagem. Na parte elétrica o Barranco deu conta do recado. As rolhas das garrafas de vinho de Noé foi o João da Rolha quem forneceu. O Ramiro fez o primeiro tijolo da primeira casa do patriarca bíblico. A família do Noé dormiu nos colchões fornecidos pelo Jonas. Depois que Noé enviou a pomba, e esta retornou com um ramo de oliveira no bico, não teve dúvidas, mandou baixar o escaler e nele entraram; Tinhão, Paulão, Mirão, Mario Pinheiro, Bodinho, Primo, Zelão, Painho, João Parras, Robertinho, Celso, Sidão, Tica e tantos outros. Participaram do primeiro conjunto musical pós dilúvio; João Miguel, Nunes, Feijão, Mangote, Watson, Ernesto, Ceará e o grande coral formado por todos aqueles que freqüentam o clube dos velhinhos da “Arca de Noé”, da qual temos o maior respeito, orgulho, prazer, satisfação, etc., etc., etc. de poderem estar conosco todos esses anos.
Qualquer semelhança é mera coincidência. Ta legal. Mas cá pra nós, essa turma é tão antiga assim? Se essa turma remonta desde a época em que essa arca foi construída. Vocês estão que é só o pó.
De acordo com a genealogia do Gênesis, o Dilúvio Bíblico aconteceu quando Noé tinha 600 anos de idade, o que, assumindo que a terra fora criada em 4004 a.C., posiciona o Dilúvio em cerca de 2400 a.C.
Todas essas pessoas acima mencionadas, simpatizantes, freqüentadores, mais os que não estão mencionados, os que foram convocados para outra dimensão, formaram o primeiro grupo de amigos que desde o dilúvio se encontram e formam a “Turma da Arca de Noé” da
Associação Desportiva Vila das Palmeiras
“Arca de Noé”

NATAL E ANO NOVO - 2011

Associação Desportiva Vila das Palmeiras

Coluna dos Velhinhos – Edital ADVP-012/2011

NATAL E ANO NOVO

Dezembro de 2011

Durante o ano, no dia a dia, no trânsito, no trabalho, em casa, na escola, no futebol e em outros locais e situações, trocamos farpas, carpas, lascas e cascas. Mas, quando em dezembro chegamos, o clima de confraternização e alegria, acomete a todos. Percebemos isso através de gestos, acenos, palavras, sorrisos e troca de cordialidade. É a data máxima do cristianismo. Oxalá acontecesse durante o ano inteiro, essa transformação espiritual que contagiam a todos, neste planeta tão carente do esforço constante de todos, em todos os sentidos, para a alegria do Criador Supremo.

Nesse Espaço Sideral, e de graça lá vamos todos nesta esfera chamada Terra, completando mais uma volta de trezentos e sessenta e cinco dias e seis horas em torno do brilhante e escaldante Astro Rei chamado Sol.

Alguns passageiros tiveram que descer em alguma estação intergaláctica. Outros continuam a bordo, mas não sabemos quando será convidado a descer e em que estação terá que abandonar a Nave. Portanto quem está a bordo, deve continuar respirando. Respirando; caridade, gratidão, humildade, honestidade, respeito, generosidade, perseverança, disciplina, diligência, coragem, amor e paz.

Aos nossos amigos e familiares, um Natal com muita fartura espiritual, alegre e fraterno. E que o Ano Novo seja vivido com bastante fartura de harmonia, sensibilidade e paz.

São os votos dos velhinhos a “Arca de Noé”.


CIDADÃO GUARULHENSE, FUTEBOL E FINAL DE ANO

Associação Desportiva Vila das Palmeiras

Coluna dos Velhinhos – Edital ADVP-011/2011

TÍTULO, FUTEBOL E DESPEDIDA

24 E 26 de novembro e 03 e 07 de dezembro de 2011

Natal lembra; nascimento de Jesus, troca de presente, peru, panetone, Papai Noel, etc. E por falar no bom velhinho e observando a velharada da “Arca de Noé”, chegamos à conclusão que, se der dor de barriga no nosso amiguinho de barba branca, alguns da nossa patotinha de idosos e gordinhos, são candidatos ao cargo. Ho Ho Ho.

E olha que esse pessoal já teve o seu lado “Zen”. Zen barriga, zen cabelo branco, zen dor, zen vergonha. Hoje eles são “Ten”. Ten barriga, ten cabelo branco e pintado, ten dor, ten vontade, etc.

Não podemos deixar passar em branco, a homenagem e entrega do título de Cidadão Guarulhense ao nosso amigo Arno. Mais que merecido, pois o nosso Charoles é uma pessoa que atua muito em prol de entidades sem fins lucrativos e demais necessitados. Isso é cidadania. Em sessão solene, com a presença de autoridades, familiares e amigos, o nosso homenageado, que recebeu o referido título das mãos do autor do Decreto Legislativo nº. 009 de 18 de agosto de 2011, propositura de autoria do nosso amigo e vereador Eraldo Souza. O pessoal da Associação Desportiva Vila das Palmeiras se sente orgulhoso e envaidecido com o nosso bom baiano.

Dando prosseguimento ao nosso calendário esportivo, no sábado dia 26 de dezembro, nos reunimos mais uma vez para um joguinho de bola no clube Centro da Coroa, no bairro da Vila Guilherme em São Paulo. A partida terminou empatada com um gol para cada lado. Sendo que o tento do Vila das Palmeiras foi assinalado pelo JJ, mais conhecido por João Joelho. Será que a bola bateu na perna de apoio e entrou? Estamos aguardando o tape da partida. A comissão técnica comandada pelo supervisor, técnico, árbitro e torcedor Robertinho e auxiliado pelo Magrão, mandaram a campo os seguintes atletas: Chiquinho, Ramiro, Luisão, Luis e Rubinho, Gilmar, Celso e Mimi, João Parras (JJ), Nenê Bombeiro e Ataíde. Depois entraram Reni, Tuim, Junior, Nêga Rosa e Careca. Na torcida tivemos o Sidney, Mangote, Watson, Cilinho e Joãozinho. Um fato curioso nos chamou a atenção após a partida. Foi encontrado um pé de chuteira no vestiário. E lá na lanchonete do clube perguntamos para os presentes a quem pertencia o referido e único pé de chuteira. Ninguém se manifestou. Quando já estávamos crentes que o Saci Pererê estivera por lá, eis que o nosso amigo Ramiro afirmou que era dele a referida chuteira e sem contestação foi-lhe entregue a tal chuteira. Que susto!

Após de uma pausa para refrescarmos. A delegação seguiu viagem para o alçapão do Curão, lá na Rua Castro Alves. Fomos comemorar ao nosso estilo a festa do Arno. Com um belo de um churrasco, muita música, carne e cevada misturada com lúpulo, água e mais não sei o quê, que leva o nome de cerveja. O pessoal da música alinhou da seguinte forma: João Miguel, Ernesto, Vanderlei, Watson, Mangote, Feijão, Dodinho e coadjuvantes.

Já na quarta-feira, para fazer algo diferente, foi à noite da galinhada em comemoração aos aniversariantes; Maidana, Mangote e Watson. Parabéns aos três e somos gratos por estarmos juntos em mais essa comemoração. Não sabemos quem agüenta mais; nós ou nossas mulheres. Os caras saem de uma festa e tropeçam e entram em outra!

O cardápio da festa foi elaborado pelo nosso amigo Zé Ramos e Tio Moacir, Os dois quase não conhecem nada de como fazer galinhada, feijoada, paejada (epa!) será que podemos acrescentar o sufixo “ada” na paeja?

No futebol socyete que é praticado as terças-feiras, tem um pessoal que leva seu corpinho para exercitar. Até aí tudo normal, o que tem chamado à atenção e deixado os nossos velhinhos ouriçados, é a presença de olheiro (concorrente do Airton, o boca) o chamados caça talento. Esse cara estava circulando pelo local em busca de algum talento para o super veterano da Associação Desportiva Vila das Palmeiras. Curioso é que tinha tanto “cara lento” que o tal olheiro ficou confuso.

A justificativa para este alvoroço, é que o JJ (João Parras) arrendou a lanchonete da quadra do Meio Quilo, e, portanto não terá mais tempo para jogar bola conosco no time de veteranos. Será? Duvidamos. De quebra o Robertinho se afastará também.

Temos observado que está ficando um tanto quanto difícil, dar um abraço em alguns de nossos colegas, devido ao pequeno tamanho de suas “barriguinhas”. Olha o regime heim!

Quarta-feira, dia 07 de dezembro de 2011, o Pub do Curão voltou a ferver novamente. Desta vez e outra vez o Curão fez mais um ano de vida. Para comemorar o feito, o nosso amigo ateou fogo ao carvão e o Zé Ramos pilotou a churrasqueira. Até parece farmácia de plantão vinte e quatro horas, não fecha nunca! Segundo fomos informados, os nossos velhinhos estão se cumprimentado só com aperto de mão. Para dar um abraço ta ficando difícil, pois a “barriguinha” dos caras estão um tanto quanto um espanto. Não é pra menos, com toda essa seqüência de comemorações, dá no que dá.

Parabéns a todos que aniversariaram, ao nosso homenageado e aos que participam do nosso convívio e da nossa amizade, com seu respeito e carinho.

* * * * *

É Proibido


É proibido chorar sem aprender,
Levantar-se um dia sem saber o que fazer
Ter medo de suas lembranças.

É proibido não rir dos problemas
Não lutar pelo que se quer,
Abandonar tudo por medo,

Não transformar sonhos em realidade.
É proibido não demonstrar amor
Fazer com que alguém pague por tuas dúvidas e mau-humor.
É proibido deixar os amigos

Não tentar compreender o que viveram juntos
Chamá-los somente quando necessita deles.
É proibido não ser você mesmo diante das pessoas,
Fingir que elas não te importam,

Ser gentil só para que se lembrem de você,
Esquecer aqueles que gostam de você.
É proibido não fazer as coisas por si mesmo,
Não crer em Deus e fazer seu destino,

Ter medo da vida e de seus compromissos,
Não viver cada dia como se fosse um último suspiro.
É proibido sentir saudades de alguém sem se alegrar,

Esquecer seus olhos, seu sorriso, só porque seus caminhos se
desencontraram,
Esquecer seu passado e pagá-lo com seu presente.
É proibido não tentar compreender as pessoas,
Pensar que as vidas deles valem mais que a sua,

Não saber que cada um tem seu caminho e sua sorte.
É proibido não criar sua história,
Deixar de dar graças a Deus por sua vida,

Não ter um momento para quem necessita de você,
Não compreender que o que a vida te dá, também te tira.
É proibido não buscar a felicidade,

Não viver sua vida com uma atitude positiva,
Não pensar que podemos ser melhores,
Não sentir que sem você este mundo não seria igual.

Pablo Neruda

domingo, 13 de novembro de 2011

SAPE - Nazaré Pta-SP e um sábado à tarde (17,18 e 24 de set/2011)

Associação Desportiva Vila das Palmeiras

Coluna dos Velhinhos – Edital ADVP-010/2011

SAPE – NAZARÉ PAULISTA-SP e TOCA DO CURÃO

17, 18 e 24 de setembro de 2011

Não deu tempo de acalmar o entusiasmo e nem tempo deu de esfriar os anzóis da turma da “Arca de Noé” e, novamente a velharada da Associação Desportiva Vila das Palmeiras voltaram a se reunir fora do Pub da Castro Alves. Desta vez a marujada trocou o barco pelo barranco, o pintado pelo lambari e o capitão de fragata pelo Marechal Sertanista. O nosso professor de história, geografia e sertanista Marechal Charoles Rondon (subiu de patente). Que honra! Isso está parecendo incursão ao sertão, como fez o Marechal Cândido Rondon.

Candido Mariano da Silva Rondon, mais conhecido como Marechal Rondon (Santo Antônio do Leverger, 5 de maio de 1865Rio de Janeiro, 19 de janeiro de 1958), foi um militar e sertanista brasileiro.

O local escolhido foi ás margens da represa que leva o nome do município de Nazaré Paulista, SP, fundada em 1676. Marujo que é marujo não fica longe da água e nem sem colete salva vidas. A turma do “psiu” não foi com muita gente. Cremos que o local onde esse grupo se alojou se transformou num SPA. Também! Para se recuperarem da jornada ao Pantanal. Alguns se inscreveram na caravana para esse referido local, que tem como diretor adjunto o Mazola e diretor adseparado o Curão. Já o financeiro, ah! Esse seguiu viagem para mais longe. Como tem férias esse Risadinha hein! O soneca do bote não pode ir. Não tem mais fôlego, gastou tudo que tinha direito. O pessoal que tinha motores Flex e Flex Power, alguns estavam com alvará vencido. Já o “Supapau-aci” (Mesquita) foi lá para o rancho e fumou o cachimbo, digo o charuto da paz com o “Marechal”. Algum acordo com o Sertanista baiano ou era para espantar os pernilongos. Ah! Se estivesse lá à turma do camarote quádruplo do Veneza! Esses pernilongos iam se ver em apuros. O que se sabe é que foi somente um atirador de elite.

No sábado, lá na toca do Curão os cavaleiros da “Távola Redonda” se reuniram para saborear uma carne assada feita no bafo, falar de futebol, de viagem e, aí quando demos conta, chegamos a Serra dos Aimorés, MG. Isso há uns anos pratrasmente como diria o prefeito e personagem da novela “O Bem Amado”, Odorico Paraguaçu. Claro lembramos de Dona Maria Campos, a protetora dos “Trapalhões de Guarulhos”.

Desta vez foi só um petisco dos fatos que chegaram à redação. O enviado especial de plantão esqueceu papel e caneta. A especialidade do nosso paparazzi é o Pantanal.

“Só há duas coisas infinitas: O Universo e a Estupidez Humana,

mas não estou muito seguro da primeira. Da segunda pode-se

observar como nos destruímos só para demonstrar quem pode

mais.”

(Albert Heistein)

Sob influência do positivismo, Rondon fez seu credo:

"Eu Creio:

Que o homem e o mundo são governados por leis naturais.

Que a Ciência integrou o homem ao Universo, alargando a unidade constituída pela mulher, criando, assim, modesta e sublime: simpatia para com todos os seres de quem, como poverello, se sente irmão.

Que a Ciência, estabelecendo a inateidade (sentimento nato) do amor, como a do egoísmo, deu ao homem a posse de si mesmo. E os meios de se transformar e de se aperfeiçoar.

Que a Ciência, a Arte e a Indústria hão de transformar a Terra em Paraíso, para todos os homens, sem distinção de raças, crenças, :nações – banido os espectros da guerra, da miséria, da moléstia.

Que ao lado das forças egoístas – a serem reduzidas a meios de conservar o indivíduo e a espécie – existem no coração do homem: tesouros de amor que a vida em sociedade sublimará cada vez mais.

Nas leis da Sociologia, fundada por Augusto Comte, e por que a missão dos intelectuais é, sobretudo, o preparo das massas humanas: desfavorecidas, para que se elevem, para que se possam incorporar à Sociedade.

Que, sendo, incompatíveis às vezes os interesses da Ordem com os do Progresso, cumpre tudo ser resolvido à luz do Amor.

Que a ordem material deve ser mantida, sobretudo, por causa das mulheres, a melhor parte de todas as pátrias e das crianças, as pátrias do futuro.

Que no estado de ansiedade atual, a solução é deixando o pensamento livre como a respiração, promover a Liga Religiosa: convergindo todos para o Amor, o Bem Comum, postas de lado as divergências que ficarão em cada um como questões de foro íntimo, sem perturbar a esplêndida unidade – que é a verdadeira felicidade.”

Pescaria - Pantanal Matogrossense-MS (26/08/11 a 02/09/11)

Associação Desportiva Vila das Palmeiras

Coluna dos Velhinhos – Edital ADVP-009/2011

PESCARIA – PANTANAL MATOGROSSENSE-MS

26/08/2011 a 02/09/2011

PARTE – I (A TABERNA, O CARRO MADRINHA e O CAPITÃO)

A história traduzida por Antoine Gallano (1645–1715) do livro “As Mil e Uma Noites”, que tem o título de “Ali Babá e os Quarenta Ladrões”, ganhou uma versão brasileira, só que com outro nome: “Ali Bebe no Curão Quarenta Gordões”. Bem, têm uns magrões, grandões e comilões também. O nosso ponto de encontro, temporariamente passou a chamar-se; “A Taberna do Rubão”. Sob a regência é claro do nosso amigo Rubão, que no sábado estava todo garboso desfilando com seu tênis importado que ganhou. Pra começar a garrafa de cerveja passou a custar R$ 1,50 mais o conteúdo líquido da mesma, R$ 2,50. Chegamos ao preço justo de R$ 4,00. Essas promoções sempre acontecem quando o velho Rubão assume a taberna.

Entre os dias 26 de agosto e 02 de setembro, a Taberna do Rubão ganhou ares de armazém de cidade pequena do interior. O gato ronronando junto à soleira, o cachorro bocejando, o movimento estava aquém do esperado. Tudo pacato. É que o pessoal da “Arca de Noé”, tomaram rumo do Pantanal Mato-grossense para a tradicional aventura pesqueira. Seguiram de avião até Corumbá, MS e depois foram de barco hotel pelo Rio Paraguai rumo ao norte. Cada vez mais esses “Piratas do Caribe” inovam. Enviaram dias antes, uma dupla de batedores para a devida inspeção de território. São eles Zangado e Risadinha. Essa dupla tem currículo. Um deles fez parte da missão especial na viagem a Serra dos Aimorés, MG em setembro de 2009. Lembram-se da turma do “autorama”? O outro é aquele da “Janela de Moisés”. Essa estratégia é coisa do comandante da expedição, “Sir Charoles James Cook”, que a bordo do “Venesa” singrou pelo Rio Paraguai. Esse é o nosso, “Capitão de Gravata” da cidade grande que se transforma no “Capitão de Fragata” quando singra em águas pantaneiras. E ao assumir o referido posto, mandou ver pra cima da marujada. E sem muita bravata o nosso capitão ordena ao seu imediato: “Soltem as amarras, icem as velas, recolham a âncora, vamos zarpar”. Aquilo ecoou pelos ares, pomares e patamares. No momento seguinte o imediato fala ao pé do ouvido de seu capitão: “Senhor esta embarcação é movida com um motor diesel MWM seis cilindros 229 turbo com cento e oitenta cavalos de potência”. “Ta esperando o quê imediato?” Retruca o Capitão: “Soltem as rédeas e estalem o chicote, vamos galopar”. E lá vai uma barca bem longe se vai, navegando no remanso do rio Paraguai. Rio esse que em Guarani significa “um grande rio”. O rio foi assim denominado pelos Guaranis e Kaiowás antes que ocorresse a fundação e denominação do país Paraguai. Quis conversa, diria um chegado nosso lá de Serra dos Aimorés, MG. Embarcações não são guiadas ou dirigidas, e sim governadas. Timoneiro (gobernator) em latim..

Sir Charoles James Cook acionou a marujada para os afazeres no barco, a saber: Pescar, comer, beber, dormir e pescar, comer, beber, dormir e outra vez...

O nosso enviado especial, que seguiu junto com a delegação dos velhinhos da “Arca de Noé” para o Pantanal Mato-grossense, nos enviou por e-mail uma lauda que tinha quase uma resma de folhas de papel tipo A4.

Segundo nosso paparazzi de plantão, devidamente autorizado pela nossa redação, nos enviaram fatos, relatos, fotos e pipocas sobre o passeio da turminha da terceira idade (vão dizer que não são?). Mordomia, alegria e fartura foram o que mais teve na viagem. É isso mesmo, nossos velhinhos têm mais que aproveitar e da melhor forma. Mas apreciem com moderação. Se for pescar beba. Se for beber pesque. Mas use o colete. Aliás, teve um que dentre uns duzentos só desfilava nesse tal colete.

Depois da “estafante” viagem ao Pantanal Mato-grossense, o que não faltou foram as narrativas e detalhes dos nossos marinheiros pescadores. Portanto aconchegue-se no seu sofá e leia as peripécias da viagem. Senta que lá vem história...

PARTE – II (A CAMINHONETA)

A caminhoneta “vermelho bombeiro”, a pick up mais conhecida da fronteira era pilotada por Zangado e Risadinha. Que seguiram até a cidade de Bonito-MS, para as merecidas férias. Detalhe a temperatura beirava os 8° C. Depois de acomodados, a dupla seguiu para a fronteira entre Brasil e Bolívia. Aí o bicho pegou. Segundo “Alain Prost” (Risadinha), seu parceiro saía das lojas com tanto pacote nos braços, que até parecia uma centopéia. Quanto braço! Ou seria perna? Os dois quase que foram barrados no baile. Pudera, o limite de compra estava estourado e o policial indagou de quem eram as caixas com tênis e demais objetos. O Risadinha calado, abriu a mão e em seguida fechou-a deixando em riste somente o dedo indicador apontando para seu parceiro de equipe que teve que se explicar para a autoridade. Depois das devidas explicações, ganharam um salvo conduto para caso alguém questionasse. E assim chegaram são, salvos e cheios de compras.

O “pássaro de aço” acabara de pousar em Campo Grande-MS. Vindo de Guarulhos-SP e os velhinhos desceram todos eufóricos e logo foram liberados de suas bagagens e seguiram rumo ao mercado municipal para saborear pastel de jacaré e o chope. Depois em outro pássaro menor alçaram vôo até o aeroporto da cidade de Corumbá-MS e daí para o “Veneza”.

PARTE – III (A BORDO DO VENEZA)

O Veneza é um barco com capacidade para 16 pessoas mais sua tripulação. A cozinha era bem administrada pelo “Chef” baiano. Uma espécie de Tio Moacir Careca, auxiliado por Luis, um professor de boas etiquetas. Eram muito eficientes essa dupla que trabalhavam pra caramba.

Já devidamente instalados a bordo do barco “Veneza”, este seguiu rio acima durante vinte e quatro horas até o local de pesca. Aja bebida, comida e alegria para esses caras. Agora vamos aos relatos da viagem.

Teve pescador trocando maionese por maisena. Também tiveram outros andando com motor “Flex” e “Flex Power” que nunca deixavam seus tanques vazios. De tempos em tempos sem deixar passar muito tempo, lá iam encostando-se ao posto do Veneza para abastecer. Usavam vários tipos de combustível. Estavam parecendo com um Maverick V8 e Dodge Dart. Aliás, será que os demais não abasteciam também no mesmo posto? E seus motores também não eram Flex? Havia Buick, Ford Galaxy Landau, Oldsmobile, Lincoln, etc, etc, etc. Teve um que utilizou combustível adulterado vermelho e deu pane no escapamento. Coitado. Quando o cansaço chegou, aos poucos nossos vetustos se recolhiam aos seus camarotes. Segundo nosso enviado especial, o mais barulhento, trepidante e com pescadores soltando flatos para tudo que era lado foi o do camarote quádruplo, também chamado de pavilhão nove. O barulho do ronco dos caras que lá estavam alojados, só era superado pelo motor estacionário do Veneza. Isso lembra o filme “Os Canhões de Navarone”, de 1961, com Gregory Pack, David Niven, Richard Harris e Antony Quinn de 1961. Pernilongo só passava perto com traje espacial e se fossem em missão especial. A situação era de lascar. E a camada de ozônio como fica nessa?

Quem saiu na frente na pescaria foi o amigo do comandante Ailton. O Magrão estava em segundo lugar, seguido pelo André, que com as aulas dadas pelo Magrão, pescou até Dourado. Mas durou pouco a festa dele. Bob filho (Rogério), acabou pescando um belo exemplar e consequentemente ganhou o troféu. Teve piloteiro que tomou peixada na cabeça. Tem que usar capacete.

O vermelhinho da areia estava todo feliz por ter conseguido um grande e belo peixe da fauna aquática do Rio Paraguai. Porém, foi para sorteio o seu exemplar e acabou caindo no puçá do Charoles. Coisa dos “reds”. Fim de pesca.

As duplas estavam assim distribuídas nos botes: Curão e Wilson Tapera, Mauricio e Gerson, Manézinho e Batu, João Parras e Sidão, Ramiro e Datena, Arno e Camargo, Magrão e André, Fernando e Rogério. Para você conhecer aonde foi, entre nos seguintes sites: www.venezatur.com.br e www.portosaopedro.com.br.

PARTE – IV (BISSOLE)

Depois das devidas providências tomadas pelo Arno, no dia seguinte já estavam todos juntos novamente e seguiu-se a viagem. O ocorrido fez cada vez mais unido o grupo, o que pesou neste caso foi a integridade física e o restabelecimento do nosso amigo Bissole. Temos muito que aprender com o Arno. Pela sua atitude, preocupação, respeito e responsabilidade para com o Roberto Bissole e sua família. Agradecemos a você por fazermos parte do seu rol de amigos. Acredito que se fosse com qualquer um de nós o tratamento e atitude seria o mesmo. É o exemplo a ser seguido. Nosso ex baiano, agora cidadão guarulhense. Um homem medido por suas atitudes e virtudes. A pescaria poderia ficar para qualquer outro dia. Ao nosso amigo Bissole desejamos sua pronta recuperação para que logo possamos estar juntos novamente.

(Manézinho)

“Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele”.

Ou por sua origem, ou sua religião.

Para odiar, as pessoas precisam aprender.

E se podem aprender a odiar, pode ser ensinado a amar,

Pois o amor chega mais naturalmente ao coração humano do que o seu oposto.

“A bondade humana é uma chama que pode ser oculta, jamais extinta.”

(Nelson Mandela)

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Aniversário do Zé Ramos. 30 de julho de 2011

Associação Desportiva Vila das Palmeiras
Coluna dos Velhinhos – Edital ADVP-008/2011
ANIVERSÁRIO DO ZÉ RAMOS
30-07-2011
Quando já se pensava que o ciclo de festividades da turma da "Arca de Noé", no mês de julho havia terminado o nosso amigo Zé Ramos, o último aniversariante do referido mês, brindou a todos que estiveram lá na toca do Curió com um belo almoço, com direito ao som da turma "Todos os Tempos".
A turma da "velha guarda" da Associação Desportiva Vila das Palmeiras, enviaram seus representantes: Paulão, Zelão e Tinhão. Caramba! Esses caras são de antes da turma da "Arca de Noé". Foram espelho e alicerce do pessoal que navega, trafega e carrega o nome do Vila das Palmeiras. Que honra e orgulho para nós.
Por falar em Vila das Palmeiras, a Associação Desportiva Guarulhos passou para a fase seguinte do Campeonato Paulista Profissional da 2ª Divisão, em primeiro lugar do grupo cinco e em segundo no âmbito geral. Parabéns a todos os componentes do clube. Jogadores, comissão técnica, funcionários, torcedores, colaboradores e diretoria. Voltando aos parabéns a você, o nosso amigo Zé Ramos, nos surpreendeu com uma iguaria feita com arroz a quatro cores, até então precisamos registrar. Será que "Arroz Trevo de Quatro Folhas" é uma boa pedida? Dê sua sugestão ao autor do prato. E se quiser a receita também é com ele.
Zé, obrigado por conceder o prazer de comemorar conosco a sua alegria, sua amizade e seu aniversário em sua peregrinação aqui na Terra. A você e sua família, seus amigos, parceiros e colaboradores, muita saúde, paz e felicidades.
Na rabeira como popularmente se expressa por aí e por aqui, na terça-feira foi apresentado para a degustação dos nossos velhinhos, aqueles que têm um pouco mais de oxigênio de sobra, o tal do “Bacalhau Regatero”. Isso estava sob o comando do Tio Moacir e a supervisão do Charolês.
No sábado dia seis de agosto, a turma da “Arca de Noé” degustava um churrasquinho sob a batuta do Maurício que pilotava a churrasqueira. Em um dado momento, pra variar, começamos a falar de futebol. Que novidade! Foi aí que soubemos da proeza do nosso amigo Sidney. O cara fez o gol da vitória do seu time sobre o time do Magrão, lá no Clube Vila Galvão. Em tempos idos, quem já sentiu na pele, digo na rede, foi o nosso guardião Maidana. O artilheiro já enfiou dois cocos no nosso goleirão. Pode? Pode! São sós para alguns. E olha que tem atacante do nosso time que não faz gol já tem certo tempo. Quem estava todo ouriçado com essa história era o Boca, empresário do Rui. Já queria agenciar o nosso lateral. Esse empresário está dando flechada no escuro. É muita papagaiada ou marmelada. O que interessa é que virou notícia.
“A miséria de uma criança interessa a uma mãe, a miséria de um rapaz interessa a uma rapariga, a miséria de um velho não interessa a ninguém”.
Victor Hugo
“De tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantar-se o poder nas mãos dos maus, o homem chega a rir-se da honra, desanimar-se de justiça e ter vergonha de ser honesto.”
Ruy Barbosa

Aniversário do Gerson - Ensaio - Futebol. 06, 08 e 23 de julho de 2011

Associação Desportiva Vila das Palmeiras
Coluna dos Velhinhos – Edital ADVP-007/2011
ANIVERSÁRIO DO GERSON - ENSAIO - FUTEBOL
06, 08 e 23 de julho de 2011
Na quarta-feira, dia 06 de julho de 2011, lá no Pub do Curão, a turma da “Arca de Noé” se reuniu para comemorar mais um aniversario. Desta vez o foi a vez do nosso amigo Gerson dividir a seu momento de alegria conosco. Quem nos presenteou durante o evento foi a banda “Todos os Tempos”. Segundo informações, o pessoal estava com o alvará prorrogado até o amanhecer, mas, para não abusar da liberdade a festa terminou com o último freguês saindo lá pelas 03h00min. Parabéns ao Gerson por mais um ano em sua jornada nesse nosso planeta.
Depois do aniversario do Gerson, na 6ª feira a turma do samba estiveram fazendo um ensaio e acertando detalhes para se apresentarem na 3ª feira dia 12 de julho de 2011 às 21h00min, no Paparazzo Bar em Guarulhos. Que chique!
Esteve o Ernesto, Feijão, Mangote, Watson e até o Magrão deu uma canja pra turma que assistia ao ensaio. O cara acionou o seu instrumento de percussão de nome chocalho, que contém 431 grãos de arroz dentro. Tem violão de seis cordas, de sete cordas, o cavaquinho tem quatro, o banjo já tem seis e até de cinco cordas. Mas combinar o movimento da mão com a pororoca dos grãos dentro do chocalho não é para qualquer um. O João Miguel arranhou as cordas do cavaquinho na noite fria desta sexta-feira, sorte nossa em poder ouvi-lo tocar.
Quem estava todo elegante enfrentado o frio da noite desta sexta-feira, vestindo um poncho era o Tio Moacir. Para nós ele é o “Tio do Rio”, lembrou um personagem de uma antiga novela que se chamava “Pantanal”. Sai pra lá “Cláudio Marzo”.
* * * *
Ufa! Até que enfim os velhinhos da Associação Desportiva Vila das Palmeiras resolveram juntar os trapos, fiapos e farrapos e pimba na gorduchinha, fomos bater uma bolinha e etcetera e tal. Ual! Aos trancos, barrancos, solavancos e tamancos, a turma do “Ta manco” manca na hora de se apresentar para a contenda...
Desta vez não fomos para o interior. O palco de talco ou a arena de areia foi onde os vetustos desfilaram. Foi no clube da A.A.Macedo de Guarulhos. A data foi 23 de julho de 2011, pela manhã e o nosso adversário foi o Colorado de Jacareí. Um time simpático e veterano que nem que nós.
A convocação dos atletas para esse jogo foi feita pela internet, telefone e na boca de urna. Tanto é que foi feito o possível para atender as exigências dos nossos treinadores Manoel Pina e Cilinho (também fotógrafo). Tudo resolvido, time escalado, grama aparada (que grama?), solta a redonda na arena e quem não joga vai para a arquibancada,. Foi aí que o Sr. Flávio, mais conhecido por Preto assoprou o apito mandando um silvo breve e bola rolando.
Sem ser um futebol prático, tático e pragmático com alguns estáticos, a partida teve inicio morna, tranqüila e cordial. O placar final também foi bom e até aceitável pelo objetivo do encontro e ficou em (1 X 1). Durante o jogo houve um lance que deixou todos apreensivos, mas que depois se constatou que não teve piores conseqüências. O nosso jogador “Luis Pirueta” (reforço de ultima hora) tomou uma queda que lembrou um trecho da composição de Billy Blanco (*08/05/1924 +08/07/2011) que se chama “Pistom de Gafieira”, cuja letra diz assim: “Tudo vai bem, mas eis, porém que de repente um pé subiu e alguém foi ao chão”. O nosso colega deu uma pirueta fantástica, mas sem conseqüências mais graves.
No decorrer da partida, os nossos velhinhos pareciam com pai de santo novo, não acertavam um passe. O gol da ADVP foi assinalado pelo Nenê Bombeiro. A novidade foi o Magrão agüentar os dois tempos do jogo. É que o cara jogou só no ataque e claro dormiu bem cedo na véspera do jogo. Um outro fato que de fato é raro foi à ausência do Ramiro. Segundo soubemos, informaram ao velhinho que o jogo seria em Osasco-SP. Coitado que maldade! Isso não se faz.
A turma da Arca de Noé saiu assim escalada: Rogério Bambu, Jaime, Edgar, Luis e Sidney, Zezinho, Nega Rosa e Nenê, Ceará, Magrão e Careca.. Depois entraram Reni, Dilico e Luis Pirueta. Também estiveram conosco o Gerson, Rui, Chiquinho e Watson.
O velho Rui não pode atuar. Será que por contusão ou é seu empresário que está querendo ver seu cliente atuando no Bacabal do Maranhão? Estamos reparando que os jogadores que estão correndo com os olhos, marcando com os olhos e lançando com os olhos, serão encaminhados para o nosso departamento de geriatria de plantão para os devidos exames.
O que é muito bom, salutar e alegre, é o após jogo. A desconcentração é total. Você se depara com todos num bom astral, rindo, conversando, gesticulando. Sem contar que isso carrega o nosso corpo, mente e espírito de energias positivas para encararmos a semana com disposição.
Há dois tipos de sabedoria:
A inferior e a superior
A sabedoria inferior é dada pelo quanto uma pessoa sabe
E a superior é dada pelo quanto ela tem consciência de que não sabe.
Tenha sabedoria superior. Seja um eterno aprendiz na escola da vida.
A sabedoria superior tolera, a inferior julga;
A superior alivia, a inferior culpa;
A superior perdoa, a inferior condena.
Tem coisas que o coração só fala para quem sabe escutar!
(Chico Xavier)
“O que vale na Vida não é o ponto de partida, se sim a caminhada.”
“Caminhando e semeando, no fim terás o que colher.”
(Cora Coralina)