domingo, 13 de novembro de 2011

SAPE - Nazaré Pta-SP e um sábado à tarde (17,18 e 24 de set/2011)

Associação Desportiva Vila das Palmeiras

Coluna dos Velhinhos – Edital ADVP-010/2011

SAPE – NAZARÉ PAULISTA-SP e TOCA DO CURÃO

17, 18 e 24 de setembro de 2011

Não deu tempo de acalmar o entusiasmo e nem tempo deu de esfriar os anzóis da turma da “Arca de Noé” e, novamente a velharada da Associação Desportiva Vila das Palmeiras voltaram a se reunir fora do Pub da Castro Alves. Desta vez a marujada trocou o barco pelo barranco, o pintado pelo lambari e o capitão de fragata pelo Marechal Sertanista. O nosso professor de história, geografia e sertanista Marechal Charoles Rondon (subiu de patente). Que honra! Isso está parecendo incursão ao sertão, como fez o Marechal Cândido Rondon.

Candido Mariano da Silva Rondon, mais conhecido como Marechal Rondon (Santo Antônio do Leverger, 5 de maio de 1865Rio de Janeiro, 19 de janeiro de 1958), foi um militar e sertanista brasileiro.

O local escolhido foi ás margens da represa que leva o nome do município de Nazaré Paulista, SP, fundada em 1676. Marujo que é marujo não fica longe da água e nem sem colete salva vidas. A turma do “psiu” não foi com muita gente. Cremos que o local onde esse grupo se alojou se transformou num SPA. Também! Para se recuperarem da jornada ao Pantanal. Alguns se inscreveram na caravana para esse referido local, que tem como diretor adjunto o Mazola e diretor adseparado o Curão. Já o financeiro, ah! Esse seguiu viagem para mais longe. Como tem férias esse Risadinha hein! O soneca do bote não pode ir. Não tem mais fôlego, gastou tudo que tinha direito. O pessoal que tinha motores Flex e Flex Power, alguns estavam com alvará vencido. Já o “Supapau-aci” (Mesquita) foi lá para o rancho e fumou o cachimbo, digo o charuto da paz com o “Marechal”. Algum acordo com o Sertanista baiano ou era para espantar os pernilongos. Ah! Se estivesse lá à turma do camarote quádruplo do Veneza! Esses pernilongos iam se ver em apuros. O que se sabe é que foi somente um atirador de elite.

No sábado, lá na toca do Curão os cavaleiros da “Távola Redonda” se reuniram para saborear uma carne assada feita no bafo, falar de futebol, de viagem e, aí quando demos conta, chegamos a Serra dos Aimorés, MG. Isso há uns anos pratrasmente como diria o prefeito e personagem da novela “O Bem Amado”, Odorico Paraguaçu. Claro lembramos de Dona Maria Campos, a protetora dos “Trapalhões de Guarulhos”.

Desta vez foi só um petisco dos fatos que chegaram à redação. O enviado especial de plantão esqueceu papel e caneta. A especialidade do nosso paparazzi é o Pantanal.

“Só há duas coisas infinitas: O Universo e a Estupidez Humana,

mas não estou muito seguro da primeira. Da segunda pode-se

observar como nos destruímos só para demonstrar quem pode

mais.”

(Albert Heistein)

Sob influência do positivismo, Rondon fez seu credo:

"Eu Creio:

Que o homem e o mundo são governados por leis naturais.

Que a Ciência integrou o homem ao Universo, alargando a unidade constituída pela mulher, criando, assim, modesta e sublime: simpatia para com todos os seres de quem, como poverello, se sente irmão.

Que a Ciência, estabelecendo a inateidade (sentimento nato) do amor, como a do egoísmo, deu ao homem a posse de si mesmo. E os meios de se transformar e de se aperfeiçoar.

Que a Ciência, a Arte e a Indústria hão de transformar a Terra em Paraíso, para todos os homens, sem distinção de raças, crenças, :nações – banido os espectros da guerra, da miséria, da moléstia.

Que ao lado das forças egoístas – a serem reduzidas a meios de conservar o indivíduo e a espécie – existem no coração do homem: tesouros de amor que a vida em sociedade sublimará cada vez mais.

Nas leis da Sociologia, fundada por Augusto Comte, e por que a missão dos intelectuais é, sobretudo, o preparo das massas humanas: desfavorecidas, para que se elevem, para que se possam incorporar à Sociedade.

Que, sendo, incompatíveis às vezes os interesses da Ordem com os do Progresso, cumpre tudo ser resolvido à luz do Amor.

Que a ordem material deve ser mantida, sobretudo, por causa das mulheres, a melhor parte de todas as pátrias e das crianças, as pátrias do futuro.

Que no estado de ansiedade atual, a solução é deixando o pensamento livre como a respiração, promover a Liga Religiosa: convergindo todos para o Amor, o Bem Comum, postas de lado as divergências que ficarão em cada um como questões de foro íntimo, sem perturbar a esplêndida unidade – que é a verdadeira felicidade.”

Pescaria - Pantanal Matogrossense-MS (26/08/11 a 02/09/11)

Associação Desportiva Vila das Palmeiras

Coluna dos Velhinhos – Edital ADVP-009/2011

PESCARIA – PANTANAL MATOGROSSENSE-MS

26/08/2011 a 02/09/2011

PARTE – I (A TABERNA, O CARRO MADRINHA e O CAPITÃO)

A história traduzida por Antoine Gallano (1645–1715) do livro “As Mil e Uma Noites”, que tem o título de “Ali Babá e os Quarenta Ladrões”, ganhou uma versão brasileira, só que com outro nome: “Ali Bebe no Curão Quarenta Gordões”. Bem, têm uns magrões, grandões e comilões também. O nosso ponto de encontro, temporariamente passou a chamar-se; “A Taberna do Rubão”. Sob a regência é claro do nosso amigo Rubão, que no sábado estava todo garboso desfilando com seu tênis importado que ganhou. Pra começar a garrafa de cerveja passou a custar R$ 1,50 mais o conteúdo líquido da mesma, R$ 2,50. Chegamos ao preço justo de R$ 4,00. Essas promoções sempre acontecem quando o velho Rubão assume a taberna.

Entre os dias 26 de agosto e 02 de setembro, a Taberna do Rubão ganhou ares de armazém de cidade pequena do interior. O gato ronronando junto à soleira, o cachorro bocejando, o movimento estava aquém do esperado. Tudo pacato. É que o pessoal da “Arca de Noé”, tomaram rumo do Pantanal Mato-grossense para a tradicional aventura pesqueira. Seguiram de avião até Corumbá, MS e depois foram de barco hotel pelo Rio Paraguai rumo ao norte. Cada vez mais esses “Piratas do Caribe” inovam. Enviaram dias antes, uma dupla de batedores para a devida inspeção de território. São eles Zangado e Risadinha. Essa dupla tem currículo. Um deles fez parte da missão especial na viagem a Serra dos Aimorés, MG em setembro de 2009. Lembram-se da turma do “autorama”? O outro é aquele da “Janela de Moisés”. Essa estratégia é coisa do comandante da expedição, “Sir Charoles James Cook”, que a bordo do “Venesa” singrou pelo Rio Paraguai. Esse é o nosso, “Capitão de Gravata” da cidade grande que se transforma no “Capitão de Fragata” quando singra em águas pantaneiras. E ao assumir o referido posto, mandou ver pra cima da marujada. E sem muita bravata o nosso capitão ordena ao seu imediato: “Soltem as amarras, icem as velas, recolham a âncora, vamos zarpar”. Aquilo ecoou pelos ares, pomares e patamares. No momento seguinte o imediato fala ao pé do ouvido de seu capitão: “Senhor esta embarcação é movida com um motor diesel MWM seis cilindros 229 turbo com cento e oitenta cavalos de potência”. “Ta esperando o quê imediato?” Retruca o Capitão: “Soltem as rédeas e estalem o chicote, vamos galopar”. E lá vai uma barca bem longe se vai, navegando no remanso do rio Paraguai. Rio esse que em Guarani significa “um grande rio”. O rio foi assim denominado pelos Guaranis e Kaiowás antes que ocorresse a fundação e denominação do país Paraguai. Quis conversa, diria um chegado nosso lá de Serra dos Aimorés, MG. Embarcações não são guiadas ou dirigidas, e sim governadas. Timoneiro (gobernator) em latim..

Sir Charoles James Cook acionou a marujada para os afazeres no barco, a saber: Pescar, comer, beber, dormir e pescar, comer, beber, dormir e outra vez...

O nosso enviado especial, que seguiu junto com a delegação dos velhinhos da “Arca de Noé” para o Pantanal Mato-grossense, nos enviou por e-mail uma lauda que tinha quase uma resma de folhas de papel tipo A4.

Segundo nosso paparazzi de plantão, devidamente autorizado pela nossa redação, nos enviaram fatos, relatos, fotos e pipocas sobre o passeio da turminha da terceira idade (vão dizer que não são?). Mordomia, alegria e fartura foram o que mais teve na viagem. É isso mesmo, nossos velhinhos têm mais que aproveitar e da melhor forma. Mas apreciem com moderação. Se for pescar beba. Se for beber pesque. Mas use o colete. Aliás, teve um que dentre uns duzentos só desfilava nesse tal colete.

Depois da “estafante” viagem ao Pantanal Mato-grossense, o que não faltou foram as narrativas e detalhes dos nossos marinheiros pescadores. Portanto aconchegue-se no seu sofá e leia as peripécias da viagem. Senta que lá vem história...

PARTE – II (A CAMINHONETA)

A caminhoneta “vermelho bombeiro”, a pick up mais conhecida da fronteira era pilotada por Zangado e Risadinha. Que seguiram até a cidade de Bonito-MS, para as merecidas férias. Detalhe a temperatura beirava os 8° C. Depois de acomodados, a dupla seguiu para a fronteira entre Brasil e Bolívia. Aí o bicho pegou. Segundo “Alain Prost” (Risadinha), seu parceiro saía das lojas com tanto pacote nos braços, que até parecia uma centopéia. Quanto braço! Ou seria perna? Os dois quase que foram barrados no baile. Pudera, o limite de compra estava estourado e o policial indagou de quem eram as caixas com tênis e demais objetos. O Risadinha calado, abriu a mão e em seguida fechou-a deixando em riste somente o dedo indicador apontando para seu parceiro de equipe que teve que se explicar para a autoridade. Depois das devidas explicações, ganharam um salvo conduto para caso alguém questionasse. E assim chegaram são, salvos e cheios de compras.

O “pássaro de aço” acabara de pousar em Campo Grande-MS. Vindo de Guarulhos-SP e os velhinhos desceram todos eufóricos e logo foram liberados de suas bagagens e seguiram rumo ao mercado municipal para saborear pastel de jacaré e o chope. Depois em outro pássaro menor alçaram vôo até o aeroporto da cidade de Corumbá-MS e daí para o “Veneza”.

PARTE – III (A BORDO DO VENEZA)

O Veneza é um barco com capacidade para 16 pessoas mais sua tripulação. A cozinha era bem administrada pelo “Chef” baiano. Uma espécie de Tio Moacir Careca, auxiliado por Luis, um professor de boas etiquetas. Eram muito eficientes essa dupla que trabalhavam pra caramba.

Já devidamente instalados a bordo do barco “Veneza”, este seguiu rio acima durante vinte e quatro horas até o local de pesca. Aja bebida, comida e alegria para esses caras. Agora vamos aos relatos da viagem.

Teve pescador trocando maionese por maisena. Também tiveram outros andando com motor “Flex” e “Flex Power” que nunca deixavam seus tanques vazios. De tempos em tempos sem deixar passar muito tempo, lá iam encostando-se ao posto do Veneza para abastecer. Usavam vários tipos de combustível. Estavam parecendo com um Maverick V8 e Dodge Dart. Aliás, será que os demais não abasteciam também no mesmo posto? E seus motores também não eram Flex? Havia Buick, Ford Galaxy Landau, Oldsmobile, Lincoln, etc, etc, etc. Teve um que utilizou combustível adulterado vermelho e deu pane no escapamento. Coitado. Quando o cansaço chegou, aos poucos nossos vetustos se recolhiam aos seus camarotes. Segundo nosso enviado especial, o mais barulhento, trepidante e com pescadores soltando flatos para tudo que era lado foi o do camarote quádruplo, também chamado de pavilhão nove. O barulho do ronco dos caras que lá estavam alojados, só era superado pelo motor estacionário do Veneza. Isso lembra o filme “Os Canhões de Navarone”, de 1961, com Gregory Pack, David Niven, Richard Harris e Antony Quinn de 1961. Pernilongo só passava perto com traje espacial e se fossem em missão especial. A situação era de lascar. E a camada de ozônio como fica nessa?

Quem saiu na frente na pescaria foi o amigo do comandante Ailton. O Magrão estava em segundo lugar, seguido pelo André, que com as aulas dadas pelo Magrão, pescou até Dourado. Mas durou pouco a festa dele. Bob filho (Rogério), acabou pescando um belo exemplar e consequentemente ganhou o troféu. Teve piloteiro que tomou peixada na cabeça. Tem que usar capacete.

O vermelhinho da areia estava todo feliz por ter conseguido um grande e belo peixe da fauna aquática do Rio Paraguai. Porém, foi para sorteio o seu exemplar e acabou caindo no puçá do Charoles. Coisa dos “reds”. Fim de pesca.

As duplas estavam assim distribuídas nos botes: Curão e Wilson Tapera, Mauricio e Gerson, Manézinho e Batu, João Parras e Sidão, Ramiro e Datena, Arno e Camargo, Magrão e André, Fernando e Rogério. Para você conhecer aonde foi, entre nos seguintes sites: www.venezatur.com.br e www.portosaopedro.com.br.

PARTE – IV (BISSOLE)

Depois das devidas providências tomadas pelo Arno, no dia seguinte já estavam todos juntos novamente e seguiu-se a viagem. O ocorrido fez cada vez mais unido o grupo, o que pesou neste caso foi a integridade física e o restabelecimento do nosso amigo Bissole. Temos muito que aprender com o Arno. Pela sua atitude, preocupação, respeito e responsabilidade para com o Roberto Bissole e sua família. Agradecemos a você por fazermos parte do seu rol de amigos. Acredito que se fosse com qualquer um de nós o tratamento e atitude seria o mesmo. É o exemplo a ser seguido. Nosso ex baiano, agora cidadão guarulhense. Um homem medido por suas atitudes e virtudes. A pescaria poderia ficar para qualquer outro dia. Ao nosso amigo Bissole desejamos sua pronta recuperação para que logo possamos estar juntos novamente.

(Manézinho)

“Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele”.

Ou por sua origem, ou sua religião.

Para odiar, as pessoas precisam aprender.

E se podem aprender a odiar, pode ser ensinado a amar,

Pois o amor chega mais naturalmente ao coração humano do que o seu oposto.

“A bondade humana é uma chama que pode ser oculta, jamais extinta.”

(Nelson Mandela)

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Aniversário do Zé Ramos. 30 de julho de 2011

Associação Desportiva Vila das Palmeiras
Coluna dos Velhinhos – Edital ADVP-008/2011
ANIVERSÁRIO DO ZÉ RAMOS
30-07-2011
Quando já se pensava que o ciclo de festividades da turma da "Arca de Noé", no mês de julho havia terminado o nosso amigo Zé Ramos, o último aniversariante do referido mês, brindou a todos que estiveram lá na toca do Curió com um belo almoço, com direito ao som da turma "Todos os Tempos".
A turma da "velha guarda" da Associação Desportiva Vila das Palmeiras, enviaram seus representantes: Paulão, Zelão e Tinhão. Caramba! Esses caras são de antes da turma da "Arca de Noé". Foram espelho e alicerce do pessoal que navega, trafega e carrega o nome do Vila das Palmeiras. Que honra e orgulho para nós.
Por falar em Vila das Palmeiras, a Associação Desportiva Guarulhos passou para a fase seguinte do Campeonato Paulista Profissional da 2ª Divisão, em primeiro lugar do grupo cinco e em segundo no âmbito geral. Parabéns a todos os componentes do clube. Jogadores, comissão técnica, funcionários, torcedores, colaboradores e diretoria. Voltando aos parabéns a você, o nosso amigo Zé Ramos, nos surpreendeu com uma iguaria feita com arroz a quatro cores, até então precisamos registrar. Será que "Arroz Trevo de Quatro Folhas" é uma boa pedida? Dê sua sugestão ao autor do prato. E se quiser a receita também é com ele.
Zé, obrigado por conceder o prazer de comemorar conosco a sua alegria, sua amizade e seu aniversário em sua peregrinação aqui na Terra. A você e sua família, seus amigos, parceiros e colaboradores, muita saúde, paz e felicidades.
Na rabeira como popularmente se expressa por aí e por aqui, na terça-feira foi apresentado para a degustação dos nossos velhinhos, aqueles que têm um pouco mais de oxigênio de sobra, o tal do “Bacalhau Regatero”. Isso estava sob o comando do Tio Moacir e a supervisão do Charolês.
No sábado dia seis de agosto, a turma da “Arca de Noé” degustava um churrasquinho sob a batuta do Maurício que pilotava a churrasqueira. Em um dado momento, pra variar, começamos a falar de futebol. Que novidade! Foi aí que soubemos da proeza do nosso amigo Sidney. O cara fez o gol da vitória do seu time sobre o time do Magrão, lá no Clube Vila Galvão. Em tempos idos, quem já sentiu na pele, digo na rede, foi o nosso guardião Maidana. O artilheiro já enfiou dois cocos no nosso goleirão. Pode? Pode! São sós para alguns. E olha que tem atacante do nosso time que não faz gol já tem certo tempo. Quem estava todo ouriçado com essa história era o Boca, empresário do Rui. Já queria agenciar o nosso lateral. Esse empresário está dando flechada no escuro. É muita papagaiada ou marmelada. O que interessa é que virou notícia.
“A miséria de uma criança interessa a uma mãe, a miséria de um rapaz interessa a uma rapariga, a miséria de um velho não interessa a ninguém”.
Victor Hugo
“De tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantar-se o poder nas mãos dos maus, o homem chega a rir-se da honra, desanimar-se de justiça e ter vergonha de ser honesto.”
Ruy Barbosa

Aniversário do Gerson - Ensaio - Futebol. 06, 08 e 23 de julho de 2011

Associação Desportiva Vila das Palmeiras
Coluna dos Velhinhos – Edital ADVP-007/2011
ANIVERSÁRIO DO GERSON - ENSAIO - FUTEBOL
06, 08 e 23 de julho de 2011
Na quarta-feira, dia 06 de julho de 2011, lá no Pub do Curão, a turma da “Arca de Noé” se reuniu para comemorar mais um aniversario. Desta vez o foi a vez do nosso amigo Gerson dividir a seu momento de alegria conosco. Quem nos presenteou durante o evento foi a banda “Todos os Tempos”. Segundo informações, o pessoal estava com o alvará prorrogado até o amanhecer, mas, para não abusar da liberdade a festa terminou com o último freguês saindo lá pelas 03h00min. Parabéns ao Gerson por mais um ano em sua jornada nesse nosso planeta.
Depois do aniversario do Gerson, na 6ª feira a turma do samba estiveram fazendo um ensaio e acertando detalhes para se apresentarem na 3ª feira dia 12 de julho de 2011 às 21h00min, no Paparazzo Bar em Guarulhos. Que chique!
Esteve o Ernesto, Feijão, Mangote, Watson e até o Magrão deu uma canja pra turma que assistia ao ensaio. O cara acionou o seu instrumento de percussão de nome chocalho, que contém 431 grãos de arroz dentro. Tem violão de seis cordas, de sete cordas, o cavaquinho tem quatro, o banjo já tem seis e até de cinco cordas. Mas combinar o movimento da mão com a pororoca dos grãos dentro do chocalho não é para qualquer um. O João Miguel arranhou as cordas do cavaquinho na noite fria desta sexta-feira, sorte nossa em poder ouvi-lo tocar.
Quem estava todo elegante enfrentado o frio da noite desta sexta-feira, vestindo um poncho era o Tio Moacir. Para nós ele é o “Tio do Rio”, lembrou um personagem de uma antiga novela que se chamava “Pantanal”. Sai pra lá “Cláudio Marzo”.
* * * *
Ufa! Até que enfim os velhinhos da Associação Desportiva Vila das Palmeiras resolveram juntar os trapos, fiapos e farrapos e pimba na gorduchinha, fomos bater uma bolinha e etcetera e tal. Ual! Aos trancos, barrancos, solavancos e tamancos, a turma do “Ta manco” manca na hora de se apresentar para a contenda...
Desta vez não fomos para o interior. O palco de talco ou a arena de areia foi onde os vetustos desfilaram. Foi no clube da A.A.Macedo de Guarulhos. A data foi 23 de julho de 2011, pela manhã e o nosso adversário foi o Colorado de Jacareí. Um time simpático e veterano que nem que nós.
A convocação dos atletas para esse jogo foi feita pela internet, telefone e na boca de urna. Tanto é que foi feito o possível para atender as exigências dos nossos treinadores Manoel Pina e Cilinho (também fotógrafo). Tudo resolvido, time escalado, grama aparada (que grama?), solta a redonda na arena e quem não joga vai para a arquibancada,. Foi aí que o Sr. Flávio, mais conhecido por Preto assoprou o apito mandando um silvo breve e bola rolando.
Sem ser um futebol prático, tático e pragmático com alguns estáticos, a partida teve inicio morna, tranqüila e cordial. O placar final também foi bom e até aceitável pelo objetivo do encontro e ficou em (1 X 1). Durante o jogo houve um lance que deixou todos apreensivos, mas que depois se constatou que não teve piores conseqüências. O nosso jogador “Luis Pirueta” (reforço de ultima hora) tomou uma queda que lembrou um trecho da composição de Billy Blanco (*08/05/1924 +08/07/2011) que se chama “Pistom de Gafieira”, cuja letra diz assim: “Tudo vai bem, mas eis, porém que de repente um pé subiu e alguém foi ao chão”. O nosso colega deu uma pirueta fantástica, mas sem conseqüências mais graves.
No decorrer da partida, os nossos velhinhos pareciam com pai de santo novo, não acertavam um passe. O gol da ADVP foi assinalado pelo Nenê Bombeiro. A novidade foi o Magrão agüentar os dois tempos do jogo. É que o cara jogou só no ataque e claro dormiu bem cedo na véspera do jogo. Um outro fato que de fato é raro foi à ausência do Ramiro. Segundo soubemos, informaram ao velhinho que o jogo seria em Osasco-SP. Coitado que maldade! Isso não se faz.
A turma da Arca de Noé saiu assim escalada: Rogério Bambu, Jaime, Edgar, Luis e Sidney, Zezinho, Nega Rosa e Nenê, Ceará, Magrão e Careca.. Depois entraram Reni, Dilico e Luis Pirueta. Também estiveram conosco o Gerson, Rui, Chiquinho e Watson.
O velho Rui não pode atuar. Será que por contusão ou é seu empresário que está querendo ver seu cliente atuando no Bacabal do Maranhão? Estamos reparando que os jogadores que estão correndo com os olhos, marcando com os olhos e lançando com os olhos, serão encaminhados para o nosso departamento de geriatria de plantão para os devidos exames.
O que é muito bom, salutar e alegre, é o após jogo. A desconcentração é total. Você se depara com todos num bom astral, rindo, conversando, gesticulando. Sem contar que isso carrega o nosso corpo, mente e espírito de energias positivas para encararmos a semana com disposição.
Há dois tipos de sabedoria:
A inferior e a superior
A sabedoria inferior é dada pelo quanto uma pessoa sabe
E a superior é dada pelo quanto ela tem consciência de que não sabe.
Tenha sabedoria superior. Seja um eterno aprendiz na escola da vida.
A sabedoria superior tolera, a inferior julga;
A superior alivia, a inferior culpa;
A superior perdoa, a inferior condena.
Tem coisas que o coração só fala para quem sabe escutar!
(Chico Xavier)
“O que vale na Vida não é o ponto de partida, se sim a caminhada.”
“Caminhando e semeando, no fim terás o que colher.”
(Cora Coralina)

Aniversário do João Parras e Luis. Mauríci.14 e 15 de maio de 2011

Associação Desportiva Vila das Palmeiras
Coluna dos Velhinhos – Edital ADVP-006/2011
ANIVERSÁRIO DO JOÂO PARRAS E LUIS – MAURÍCIO
14 e 25 de MAIO/2011
Após um período estagnado, a velharada da Associação Desportiva Vila das Palmeiras conseguiu fazer com as máquinas da nossa redação saíssem da inércia e voltassem a funcionar a todo vapor. Ué! Pensávamos que a notícia viajasse pela internet! Claro que é pela internet, só que o rascunho é feito em prensa da época de “Gutenberg” para os nossos velhinhos saudosistas delirarem. Conforme convocação, a turma do barrigão ficou a postos e dispostos para o que foi proposto; comemorarmos o aniversário dos nossos amigos João Parras e Luis. E para não perder o costume, o evento aconteceu lá no Pub do Curão.
O pessoal da Banda Todos os Tempos esteve soltando seus acordes e suas vozes para alegrar o ambiente. Teve até foto do Bonitinho em estado de conservação. O cara não tomou nenhuma e evaporou-se mais cedo. Como se não bastasse, o Sidney, aquele que tocou cavaco em Miguelópolis-SP, se apossou de um pandeiro (é isso mesmo um pandeiro), e não é que bateu no joelho acompanhando o samba da Banda!
Na quarta-feira dia 25 de junho último, foi comemorado mais um aniversário. Desta vez o festejado foi o nosso amigo Maurício, que nos ofereceu um delicioso pernil assado. Também não foi diferente do sábado do outro aniversario, tivemos novamente a presença da Banda “Todos os Tempos” que presenteou todos os presentes. E olha que o Pub estava com lotação total.
Com o passar do tempo vamos ganhando mais dias em nossas vidas. Dias de mais sabedoria, alegrias, às vezes tristeza, decepções e outras surpresas e fatos que nos chegam através dos jornais, televisão, internet e outros meios de comunicação. O que é por demais gratificante é estarmos nos reunindo como sempre o fazemos e da maneira fazemos. Há vezes que jogamos um futebolzinho, outras vezes é um encontro sem que marquemos nada, e há dias que nos reunimos para a comemoração de um aniversário como foram esses dois últimos. Enfim que bom que sempre que possamos nós estejamos alegres, festivos e respeitosos para com todos.
Feliz aniversário ao João Parras, Luis e Maurício, e um grande abraço a todos os que se acercaram deles e de nós nesses dias.
Que tal ser amigo de sua alma?
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Miguelópolis - SP. 15 a 17 de abril de 2011

Associação Desportiva Vila das Palmeiras
Coluna dos Velhinhos – Edital ADVP-005/2011
MIGUELÓPOLIS-SP
15 a 17 de ABRIL/2011
Dando prosseguimento e cumprindo o calendário de viagens e amistosos para o ano de 2011, a velha turminha da “Arca de Noé” tomou o rumo do interior do Estado de São Paulo e seguiu viagem à cidade de Miguelópolis.
Quem pode foi na quinta e quem se sacode partiu na sexta. Desta vez o elenco cinematográfico não foi para fazer gravação de nenhum filme, e sim usufruir do lazer e jogar a costumeira partidinha de futebol. Aconteceu um pouco de tudo lá no rancho dos velhinhos. Quem aterrissou na sexta-feira à noite juntamente com Careca, Jaime e Mimi, foi o nosso fotógrafo, depois de muito vai não vai. Esse carro era o da turma que sacode, pois os que podem foram na quinta. Que poder de liberdade deles heim!
Quando a última comitiva chegou, foram direto para a prainha onde a “Banda Todos os Tempos” fez uma apresentação para os presentes, tendo o Feijão, Ernesto, Watson, Magrão e Waldir. Depois o Ceará também deu o seu recado para o pessoal presente. Fizeram falta o João Miguel, Nunes e Mangote e outros nossos amigos.
Depois de devidamente instalados e concentrados para o embate futebolístico que aconteceria no sábado pela manhã, a delegação sob a batuta do nosso “Xerifão” Robertinho que aconselhou os “atletas” que se encaminhassem para seus quartos para o devido repouso. Ah! Que sono tem esses tiozinhos! E sede também.
Já no sábado, lá pelas dez horas todos se dirigiram para o Estádio Municipal da cidade para a partida de futebol deixando o rancho sob o comando do “Tony Ramos”. Afinal alguém tem que organizar o almoço. Bem, apita o árbitro e alguém deu o pontapé inicial. O jogo teve inicio. Ganhamos pelo placar de 4 x 3, com gols de Ceará (1) e Careca (3), de novo. O cara tem uma fome de gols lá por aquelas bandas. O time começou escalado pelo Robertinho, a saber: Chiquinho, Sidney, Tuim, Magrão e Morgado, Tica, Joãozinho e Mimi, João Parras, Ceará e Careca. Depois entraram Ramiro, Jaime, Junior e Ernesto.
Todos deram conta do recado. Cada um dentro de sua capacidade e limite. Não existe competição, não vale campeonato. O que está realmente valendo e tem que ser levado a sério é o respeito, bom senso e um fraterno relacionamento entre todos, o que nunca até então faltou. Não vamos quebrar essa corrente. Certo?
Agora vamos narrar alguns detalhes pitorescos que aconteceram. A foto tirada, e que está no nosso blog (www.adviladaspalmeiras.blogspot.com), só foi possível dar o clíq na xereta (Kodak Instamatic 101 – XERETA), essa é do tempo da época de ouro da velharada da foto. Quanto tempo! Pois bem. Teve um zagueirão que faz parte de uma dupla que conseguiu perder a carteira de documentos dentro de sua bolsa de material de esportes. Com isso o nosso fotografo Cilinho e o Feijão saíram no encalço e a procura do referido objeto que, se escondeu na própria bolsa de esportes do nosso zagueiro. E só eram dez da manhã.
Um de nossos “jogadores” estava com um pé de chuteira com parte do solado descolado. Ficou uma expectativa que talvez fosse sua despedida dos gramados, pois ele não se despediu junto com o nosso glorioso “Io” do Macedo em 13/02/2011. Não é que havia um cara vendendo a mentirosa (chuteira) ao lado do campo e o nosso insistente lateral comprou um par delas. Desse jeito nós não renovamos o elenco.
Teve um outro insistente “jogador” do nosso time que deixou uns meninos da arquibancada preocupados dizendo: “Esse tiozinho vai ter um enfarte”. Será que foi a estréia do Ernesto que o deixou assim? Está com medo de perder a posição? Calma tiozinho a comissão técnica te aguarda já há um tempo. Venha estar conosco.
Finda a partida, a delegação retornou ao ESPA (espaço só para ancião), e lá chegando foram obrigados e repor todo líquido perdido durante a partida, isso incluiu os dirigentes e torcedores. Também pudera, com o tamanho do sol e o calor que fez, os caras pareciam camelos pós travessia de um deserto. Se tivéssemos um bebedômetro (será que existe?), para contagem do tanto que ingeriram de “liquido” o aparelho tinha que ser da melhor tecnologia.
A tarde estava ficando morna, o sol já começava a se declinar no horizonte e a conversa e a alegria tomavam conta do ambiente. Todo mundo já bem alimentado, uns se banhando na piscina, todos bebericando e não é que até tinha uma dupla querendo se projetar no cenário.
Duplas famosas já fizeram história, no Brasil e no mundo, no cinema, na música, no futebol e etc. Lembram de Batmam e Robim, Tom e Jerry, Tonico e Tinoco, Pelé e Coutinho? Agora temos “Tucunaré e Lambari”, dupla recém formada em Miguelópolis. Os dois após o almoço de sábado sentaram-se em duas cadeiras, um emprestou a cola para o outro e juntos não tiravam a bunda da cadeira nem para ir ao banheiro. Não se sabe como os caras armazenam o que ingerem. A Ambev agradece.
À noite, a nossa banda voltou a desfilar seu som musical, gerando alegria e descontração para os demais presentes. Em determinado momento, isso perto do final da brincadeira não é que o Feijão e o Sidney arranharam as cordas do cavaquinho juntos no mesmo instrumento. Se não bastasse o cara comprar um par de chuteiras, só falta o nosso amigo Sidney aparecer na quarta nobre com um cavaquinho debaixo do braço. Pode parar.
Além da dupla da cadeira, “Tucunaré e Lambari”, também estiveram conosco o nosso abestado goleiro “Tiririca” que pegou todas. Cuide-se Maidana. Até o “Tony Ramos” deu o ar da sua graça lá no rancho. Que chique. Isso ficará nos nossos arquivos, consulte (www.advpedital.blogspot.com).
Nossos agradecimentos pela participação, respeito e companheirismo dos nossos amigos; Gesso, Valdir, Henrique, Feijão, Robertinho, Batu, Watson e Cilinho. Sem os quais não se completaria o nosso propósito.
"Há um momento especial que acontece na vida de toda pessoa, o momento para o qual ela nasceu. Quando aproveitada, essa oportunidade extraordinária faz com que a pessoa cumpra sua missão - uma missão para a qual somente ela tem as qualificações necessárias. Nesse momento, a pessoa encontra a grandeza. Esse é seu mais maravilhoso instante."Winston Churchill
É possível descobrir mais sobre uma pessoa em uma hora de brincadeira do que em um ano de conversa.Platão

sábado, 9 de abril de 2011

Maranduba - Aniversário do Zé Arno. - 17 a 19 de Março de 2011.

Associação Desportiva Vila das Palmeiras
Coluna dos Velhinhos – Edital ADVP-004/2011
MARANDUBA
17 a 19 de março/2011
Depois de carnaval e alegria, confete e serpentina, pierrô e colombina... Ah! Bons tempos esses tempos! Sem muita mídia, com bailes de salão. Êta trem bão, sô! Bem voltando ao assunto em destaque, vamos contar a história da viagem da turma da “Arca de Noé” que foi para o litoral paulista e ficaram encalhados por uns dias ao sabor do vento sem noção do tempo. Favor ficarem sentadinhos para a nossa narrativa.
Era uma vez... Depois de um merecido descanso que era para ser até o final de março deste ano, a comissão técnica resolveu antecipar a volta dos atletas para as atividades esportivas e festivas para o ano de 2011. Começou com a partida amistosa em Arujá, SP no campo do Paschoal Dourado, em seguida sem deixar esfriar os motivados velhinhos resolveu-se por precaução fazer uma avaliação do grupo (também incluso comissão técnica e torcedores). Isso ocorreu no litoral norte do Estado de São Paulo. Se você pensou em Maranduba, acertou. E foi num clima descontraído à beira-mar que os velhinhos barrigudos da “Arca de Noé” iniciaram os preparativos para suportar a jornada em 2011 visando os eventos e contratempos programados. Que inclui; futebol, churrasco, cerveja, aniversário e etc. e às vezes etc., aniversário, cerveja, churrasco e futebol. Bem não importa a seqüência.
O rally Guarulhos-Maranduba começou na quinta-feira às 11h25minh, com “Elegance” da GM partindo rumo ao litoral, tendo no seu cockpit, Zé Arno, Cilinho, Zé Ramos e Rubão. Essa turma tem liberdade de vôo heim! O segundo chegou lá pelo cair da tarde com Watson, Mangote e Tio Moacir e o terceiro quando a noite estava acordando, tendo a bordo o Gilson e o Guilherme. Era o carro de transporte. O Luis, João Miguel, Feijão e o Sr. Nunes chegaram sexta-feira à noite e o Chiquinho no sábado pela manhã junto com o Otávio e o Bruno. O Maidana ancorou no sábado. Quem estava todo prosa era o Mesquita, desfilou pra lá e pra cá com o Isaac Einstein.
Isaac Einstein (amigo do Mesquita)
Já instalados e sentados à conversa fluiu. Como foi o final de ano, quantas vezes cumprimentaram o seu cunhado, abraçou a sogrinha, se o rim funcionou normalmente depois das enchentes de cervejas e outros líquidos. E o fígado? Vai bem obrigado. Resistiu há mais uma jornada extensa em 2010?
A comissão técnica a principio pensaram em palestras, passar slides (que antigo) e atividades físicas (tão querendo muito). Fala sério! Tudo isso pra dizer que, o que realmente nós fomos fazer foi comemorar o aniversário do nosso amigo Zé Arno à beira mar como é de costume. Segundo os nossos arautos (mensageiros da idade média), o final de semana na orla marítima de Maranduba foi supimpa.
Na gastronomia tivemos nada mais nada menos que Zé Ramos e Tio Moacir (estamos mal de mestres cucas). No cardápio tinha arroz de Braga, panceta, carneiro, quibes crus e o sopão noturno. O lado musical esteve a cargo da banda “Todos os Tempos”, sob a batuta do João Miguel que contou com o Feijão, Mangote, Watson, Nunes e o coral dos barrigudos. A trupe alegrou a orla da praia na sexta-feira e no sábado. Teve até uma turma que veio de Aguaí, SP e saboreou o som do conjunto.
O Rubão estava mais ativo que o coelhinho Duracell, só que ao descascar e contar os grãos de bico errou, contou 1412. Já na contagem das casquinhas a soma foi de 1413. O Mangote além de técnico também está querendo entrar para o time dos cozinheiros, teve aula com o Zé Ramos de como fazer quibe cru e se saiu muito bem.
Quem não estava nem aí foram aqueles dois dormentes. Não me refiro a nenhuma dupla da velharada, e sim aos dois troncos de uns dois metros de altura, a quem o Watson pediu desculpas aos passar por eles naquela noite. Lembram? Já o Tio Moacir, passou pelos dormentes numa boa, mas, bateu de raspão no guardrail lá da casa do Charoles. Na noite de sábado pegaram o lugar de dormir do Tio. Pra que. O cara fez até beicinho. Mas se acertou num cantinho.
O nosso amigo Ademar, também ou mais conhecido como “Pedalada” nos prestigiou no sábado e degustou o arroz de Braga preparado pelos nossos renomados “Cook”.
O resumo do nosso encontro como sempre foi alegre, descontraído, harmonioso e prazeroso. Sentimos as ausências para dividirmos tudo que passamos.
Ao nosso anfitrião Charoles, nossos agradecimentos pela oportunidade de compartilhar mais uma vez conosco a passagem de seu aniversário. Saúde, paz e alegria.
AQUELE QUE PROCURA UM AMIGO SEM DEFEITOS TERMINA SEM AMIGOS.
A TURMA DA ARCA DE NOÉ POSANDO PARA O LAMBE-LAMBE